
Créditos da imagem: O Jogo
Vamos combinar que o Timão deste ano nem de longe lembra o do ano passado.
A regra tem sido jogar mal.
Pablo, Guilherme Arana e Jô fazem falta, especialmente o último.
Sem falar na queda de rendimento físico e técnico de alguns jogadores fundamentais, como Jadson e Romero.
No entanto, no Paulistão que acaba de conquistar, além de Cássio – inegavelmente decisivo em jogos grandes -, o Corinthians demonstrou que a aura de vencedor que o clube tem ostentado nos últimos anos fez a diferença nos confrontos diretos contra os arquirrivais.
De maneira que parece razoável não duvidar da capacidade dos comandados de Carille, certo?
Hum, nem tanto.
Considerando as deficiências apresentadas durante o campeonato estadual, vejo como bastante improvável a conquista do título do Brasileirão pelo Corinthians.
E não apenas pela ausência de um bom camisa 9, é bom que se diga.
O Corinthians “cheio de química” de 2017 não existe mais.
Carille é ótimo, mas não é mágico.
A conferir.
E segue o jogo.