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No Ângulo | Futebol é preciso

Quando (e se) Lucas Lima sair, como ficará o Santos?

03/04/2016

Créditos da imagem: Ricardo Saibun/Santos FC

Aqueles que acompanham as minhas colunas com regularidade sabem da admiração que nutro por Lucas Lima.

Depois de Neymar, penso ser ele o grande jogador do Brasil, uma peça fundamental para a Copa de 2018 (sim, apesar do Dunga, nós nos classificaremos).

O meia do Santos é um jogador único, completo, constante, que pode fazer praticamente todas as funções do meio de campo com excelência. Bastante superior a Willian, Oscar, Renato Augusto (também bons jogadores) e outros que adoramos pintar como salvadores da pátria por aqui.

Bom, isto posto, dá para imaginar o tamanho da perda que a provável saída de Lucas Lima no meio do ano significará ao clube (algo que lamento, mas que hoje entendo como necessário para que o melhor armador do país adquira a “grife” necessária para começar a ser reconhecido da maneira que merece).

A última partida da equipe praiana, contra a Ferroviária, foi emblemática. O time virou para 4×1 e passou a jogar muito bem (tão somente) depois da entrada do seu maestro em campo, poupado no primeiro tempo.

Com isso em mente, nomes para substituí-lo já começam a pipocar pelos lados da Vila Belmiro: Marquinhos Gabriel e Michel Bastos estariam negociando para, quem sabe, serem integrantes de um novo quarteto de ataque no Peixe já no segundo semestre, para a disputa do Brasileirão: Marquinhos Gabriel, Michel Bastos, Gabigol e Ricardo Oliveira.

Sem dúvida, bons nomes.

Mas não consigo tirar da cabeça que o melhor substituto de Lucas Lima no Santos seria Paulo Henrique Ganso.

Voltando ao seu habitat, ao seu ambiente natural, Ganso (tão bem quisto por Dorival Júnior) poderia voltar a voar.

E segue o jogo.

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