
Treinador é achincalhado por minoria santista nas redes sociais
Do limbo para o protagonismo em 2015. Protagonismo este mantido em 2016 e que tem tudo para crescer em 2017, quem sabe até com uma conquista maior, cada vez mais madura.
E tudo isso revelando jogadores, respeitando a própria tradição – e até necessidade (vide Geuvânio, Gabigol, Gustavo Henrique, Zeca, Thiago Maia, Vitor Bueno etc).
E há quem ainda critique Dorival no comando do Santos Futebol Clube: “Ah, ele não tem aquele punch de vencedor”, dizem. Rótulo bobo que já vitimou Cuca e Tite, entre tantos.
Mas essa nem é a principal razão destas linhas. Eu queria escrever sobre respeito.
Vá lá que torcedor de time grande normalmente seja chato e corneteiro aqui no Brasil. Até aí, embora eu nem goste de tipos assim, dá para relevar. Mas quando há insultos gratuitos, uma vontade de fazer valer a própria opinião a qualquer custo, aí não dá para aguentar.
De maneira que chamar Dorival de “paneleiro”, insinuar que o seu filho – um rapaz estudioso e que respira futebol – é o seu auxiliar-técnico no Santos apenas por uma questão familiar, e, em menor peso, julgar o seu novo esquema tático com apenas um zagueiro de ofício em razão de três ou quatro partidas, são atitudes rasas e mesquinhas.
Comportamento típico de lunáticos que acham que podem fazer de tudo com a pessoa objeto de sua ira, já que “ela é pública e muito bem paga para isso”.
Penso que a discussão em alto nível e as discordâncias são salutares, desde que haja respeito.
Na vitória e na derrota (seja no campo, seja nas urnas… em tudo!).
E segue o jogo.
Leia também: