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Santos e Palmeiras parecem repetir, na Copa do Brasil, o roteiro da decisão do Campeonato Paulista de 2015, mas agora com papéis invertidos.
Senão vejamos: o Alviverde fez o primeiro jogo daquela final jogando em casa e venceu por 1×0. Mas não “decidiu a parada” como poderia ter feito. Dudu perdeu um pênalti e a chance de encaminhar a conquista. Resultado: a equipe praiana fez 2×1 no jogo de volta (na Vila Belmiro) e sagrou-se campeã estadual nos pênaltis.
Agora, pela Copa do Brasil, foi a vez do Santos perder uma grande oportunidade de “liquidar a fatura” na partida de ida, disputada em seus domínios. Muito melhor em campo, o Peixe viu Gabigol desperdiçar uma penalidade logo no começo do jogo e Nilson perder um gol incrível no último lance antes do apito final.
No entanto, há uma diferença entre essas disputas com tantas semelhanças. E ela reside em um fato bastante relevante: agora, a equipe dona da vantagem é a que apresenta um futebol (bem) superior ao da outra.
O Santos é mais time que o Palmeiras e poderá, no jogo da volta, atuar da maneira que gosta: explorando a vantagem obtida, tendo em Lucas Lima o seu personagem principal.
Foi assim contra o Corinthians. Foi assim contra o São Paulo. E tem tudo para ser contra o Palmeiras.
E segue o jogo.
Mais sobre a grande final: A importância da Copa do Brasil para Santos e Palmeiras, por Fernando Prado.