
Créditos da imagem: Globo Esporte
Novo presidente do Santos começa bem: promete não fazer loucuras financeiras para contratar medalhões
Que o Santos está financeiramente atrás de seus maiores rivais (pelo menos no que se refere ao “poder de arrecadação”), não há dúvida.
Sem um grande estádio e com torcida em menor número, o Peixe historicamente tem que “rebolar” para se manter em alto nível de competição.
No entanto, uma das características do clube é a de (quase) sempre conseguir “se virar nos 30” e montar bons times quando menos se espera.
De maneira que, com bom planejamento (ainda que com poucos recursos), dá sim para o Alvinegro Praiano brigar por títulos em 2018. Veja, o time já tem uma base pronta – que sempre esteve “nas cabeças”, justiça seja feita – e, na escalação titular, tem apenas uma lacuna que considero grave: a ausência de um camisa 10 para substituir Lucas Lima (que para mim seria Robinho, a exceção que a própria história justifica. LEIA MAIS AQUI).
No mais, a aposta em jovens da base combinada com a de jogadores (com potencial) ainda desconhecidos pelo grande público – mas pinçados por gente gabaritada para tanto -, pode sim “dar samba”.
No Santos, isso sempre foi mais fácil. Muito pela falta de outras alternativas, é verdade.
Além de que, como costumo escrever, “nada é garantia de nada” no futebol.
Outro possível acerto de Peres atende por Jair Ventura (segundo consta, o novo presidente santista estaria propenso a apresentar um projeto em médio prazo para o jovem treinador). Penso que Jair reúne características que casam perfeitamente com as necessidades atuais do Santos (LEIA MAIS AQUI). E acrescento que com um elenco muito mais competitivo do que o do Botafogo, ele poderia ser mais ousado e ofensivo, um desejo publicamente já manifestado por ele e que (acertadamente) é quase uma exigência no “artístico” Santos.
RESPONSABILIDADE E CRIATIVIDADE SEMPRE, esse deve ser o lema.
E segue o jogo.
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