
Créditos da imagem: Centauro
O colega Marcel Rizzo escreveu que Vanderlei e Jailson não têm o perfil para terceiro goleiro do Brasil na Copa.
Concordo.
Os guarda-metas de Santos e Palmeiras deveriam ser os primeiro e segundo arqueiros da Seleção Brasileira.
E vou além: fosse eu o treinador e Marcelo Grohe seria o “terceiro elemento” da minha lista de convocados.
As fracas atuações* de Alisson (o “Pelé dos goleiros” de Taffarel) e Ederson (avalizado por Guardiola) nos jogos de ida das quartas da Liga dos Campeões evidenciam – mais uma vez – o exagero dos elogios a eles direcionados.
*não pelas goleadas em si, mas pela insegurança demonstrada (nestes e em outros jogos). Nunca me esqueço dos 4×0 do Barcelona sobre o Santos, em 2011, quando, apesar do placar elástico, o então goleiro santista Rafael foi um dos destaques da partida
Veja, o (inegável) sucesso que os jogadores da Roma e do Manchester City fazem na Europa deve mesmo ser levado em conta, mas desprezar o que os “goleiros nacionais” vêm fazendo, com uma regularidade manifestamente superior à dos “gringos”, apenas revela preconceito da dupla Tite e Taffarel.
Ou, desculpem a pretensão, cegueira mesmo.
Lembram-se do “fenômeno” Diego Alves? Por aqui ele é só mais um.
Vá lá que goleiro seja uma “função de confiança” e todo aquele blá blá blá.
Mas menos, né?
Afinal, o campo fala, não é, professor Tite?
Ou deveria falar…
E segue o jogo.