
Créditos da imagem: ESPN.com.br
Cristiano Ronaldo é um craque! Tem características que o fazem um gênio da bola: um jogador que já marcou seu nome na história do futebol mundial, levou sua seleção ao primeiro titulo e tem tudo para ser o maior nome do clube mais vezes campeão europeu da história.
Mas tanto quanto habilidade com a bola nos pés, Cristiano tem sorte. E muita!
Cristiano, com toda sua vontade de ser o primeiro, calhou de ser contemporâneo de um baixinho chamado Lionel Messi. Repito: é muita sorte!
Alguns poderiam dizer que sou maluco e que Cristiano tem, na verdade, muito azar.
Discordo.
Cristiano tem muito o que comemorar por ser da época de Leo. Ser gênio, mas ser medalhista de prata por muita vezes nos remete ao azar. Mas não é o caso.
Imagine você o que seria do Real sem o Barça? Do Corinthians sem o Palmeiras? Do Brasil sem a Argentina? Agora imagina o que seria de Messi sem Ronaldo ou de Ronaldo sem Messi? Absolutamente nada!
Alguns dirão que CR7 entrará para a história como o segundo melhor jogador da época, minimizado pelo talento de Messi.
Discordo novamente.
Entrará para a historia como o único jogador que fez frente a Lionel. O único que quebrou a hegemonia do argentino. Aquele que põs Leo em segundo lugar inúmeras vezes (e ainda porá outras tantas).
Beiram o insensato aqueles que amam o hermano, mas desprezam o gajo. Se quando lembrarem de Messi, considerarem-no um gênio, o que dizer daquele que há quase uma década faz frente à “Pulga”? Cristiano é e sempre será gigante.
Digo, com toda certeza, que Messi não seria o que é sem CR7 para apertar seu pé.
Quantas vezes vimos um fazer três gols no sábado e logo depois, no dia seguinte, o outro fazer quatro?
Um potencializa o tamanho do outro.
Não dá pra negar. Eles têm muita sorte de serem rivais. E mais ainda temos nós por termos as duas lendas ao mesmo tempo.