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No Ângulo | Futebol é preciso

Sem Defesa e com Justiça: já é hora de dar tchau a Rogério Ceni

11/05/2017

Créditos da imagem: Ronny Santos/Folhapress

Maio, e o São Paulo já acerta seu terceiro vexame na temporada. Após ser eliminado pelo maior rival no Paulista e também pelo Cruzeiro na Copa do Brasil – ambas as vezes com derrotas em casa -, o clube do Morumbi teve condições de ser eliminado pelo minúsculo Defensa Y Justicia, insignificante até mesmo em terras hermanas.

O vexame tem culpado. E o culpado, nome e sobrenome. Rogério Ceni teve mais de 15 dias para corrigir os erros da equipe, mas nada fez. O jogo ridículo do Tricolor Paulista nessa quinta-feira escracha não apenas os péssimos cinco primeiros meses do novo treinador, mas também põe em xeque o futuro de um time que tem se acostumado a vexames nos últimos anos, principalmente em mata-matas.

Rogério é do tamanho do São Paulo. No gol! No banco se mostra amador, sem condições de montar um bom time, mesmo com nomes de peso como Pratto, Cueva e Jucilei.

O São Paulo se prende à idolatria de quem muito já fez, mas agora nada consegue fazer, em uma situação de prepotência não apenas do treinador, que insiste em dizer que o time está se encaixando, mas também de sua diretoria, que não entende que aquele clube avassalador da década passada se foi.

O São Paulo é um álbum de vexames nesses últimos anos. Rogério Ceni é um passo maior que a perna. Precisa se preparar mais. Não há defesa e seria justo tirá-lo agora. O São Paulo não tem mais tempo a perder.