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Fracasso, vexame, desilusão, futuro sombrio, e por aí vai….
Não são poucos os adjetivos que demonstram a incapacidade da imprensa mundial em lidar normalmente com a derrota e eliminação do PSG na última terça-feira.
Ao ler grande parte das matérias, a impressão que reina neste momento é que ninguém, absolutamente ninguém, se lembra de quem eliminou o Paris na briga pela sua tão sonhada Champions League.
Ou se se lembra, não o reconhece.
O clube francês não caiu para o Besiktas ou para o Basel. Tampouco para o Sporting ou para o Ludogorets, da Bulgária.
Caiu, na verdade, para o Real Madrid, maior campeão da Champions League com seu maior artilheiro e cinco vezes melhor do mundo, Cristiano Ronaldo.
Posteriormente, será a vez de Barça, Real ou Bayern também ficarem pelo caminho, pois, como bem sabemos, cada campeonato tem somente um campeão.
Derrota por derrota, a eliminação do ano passado para o Barcelona foi mil vezes mais vexatória do que esta. No entanto, perder dois jogos por placares apertados para o Real Madrid da máquina de fazer gols Cristiano Ronaldo é, ao contrário dos 6 a 1 para o Barça, absolutamente normal.
Não se excluem os erros de Emery nem a patética atuação de Daniel Alves, mas nem tudo está perdido como pregam principalmente os trágicos jornais franceses.
Só falta dizer agora que o PSG errou ao se classificar em primeiro do grupo e se candidatar a enfrentar o Real Madrid logo nas oitavas.
Não foi por incompetência, irregularidade ou por miséria, mas sim porque num duelo de titãs, o regulamento manda que um fique pelo caminho, e calhou de ser o PSG.