
Créditos da imagem: Montagem / No Ângulo
Não faz muito tempo, escrevi uma coluna sobre o Atlético Mineiro e outra sobre o Flamengo que deram o que falar.
Àquela altura, reconheço ter sido duro com a administração dos dois clubes. E, a bem da verdade, continuo sendo.
Ainda acho que tanto o Galo quanto o Mengo poderiam e deveriam ter feito um planejamento melhor no quesito contratação de jogadores.
No caso da equipe carioca – que vem retomando o equilíbrio financeiro e hoje serve como modelo de gestão às demais equipes nacionais -, reitero o meu pensamento naquela linha de “mais do que apenas gastar o que pode, é a questão da responsabilidade com aquilo que você tem”.
De qualquer modo, ressalvas devidamente feitas, reconheço que as arriscadas contratações dos ex-Meninos da Vila (Diego não atuava em campos brasileiros desde 2004 e Robinho vinha de passagem apagada na China) estão sendo um sucesso.
Se Diego ainda tem pouco tempo de casa e fez apenas três jogos com a camisa rubro-negra, é fato que ele mudou o status de sua equipe, que desde a sua entrada só fez vencer (aproveitamento de 100%), tendo alcançado a segunda colocação no Brasileirão (sem falar na grande virada contra o Figueirense pela Copa Sul-Americana).
E Robinho não fica atrás. O “Rei das Pedaladas” vem sendo o melhor jogador do Campeonato Brasileiro e o maior responsável pela recuperação do Atlético na competição depois de um início vacilante.
Tiros certeiros, pois.
E olha, não duvido até que Tite os convoque para a Seleção Brasileira em um futuro próximo. O que, admito, vejo com bons olhos.
Ora, entre Diego e Robinho e Willian e Gabigol, por exemplo, eu fico com os “veteranos” mole, mole.
E segue o jogo.