
Créditos da imagem: Clima de Copa
Nem apolítico, nem alienado. Em Copa do Mundo eu simplesmente opto por ser… leve (ok, talvez menos nestas linhas). E curtir muito!
Sabe aquele papo, geralmente em tom crítico, de que o futebol é o ópio do povo?
Ou a tal da política do pão e circo?
Pois é, ainda há quem acredite nisso e odeie (!) a Seleção Brasileira de futebol em razão dessa suposta capacidade que ela (ainda) teria de encobrir as mazelas do País.
Será verdade?
Houve um tempo, lá atrás, em que isso de fato era relevante.
Mas não mais.
Meu sentimento é de que o que vemos atualmente é a polarização política do Brasil chegando aos gramados.
Booooring…
Mas não na minha casa!
Aqui, a festa e a torcida serão grandes.
Sem dar moral para aqueles patrulheiros de plantão que vivem num mundo mental de mamães que nos beliscam quando falamos qualquer coisa que lhes pareça imprópria ou feia (adorei esse tweet do Orlando Tosetto que li ainda hoje).
Sério, e daí se você não gosta do que para você representa a camisa da Seleção Brasileira, cara pálida?
E daí se você, guardião da moral, não torce para uma “entidade corrupta” como a CBF?
Aliás, dentro dessa lógica, razoável supor que também não torça para nenhum clube de futebol brasileiro, correto?
Ou a sua maneira de encarar os fatos é seletiva à-la Juca Kfouri, Menon e outros tantos, formadores de opinião que ajudam a fomentar esse tipo de bobagem em nome de uma ideologia torta?
Poxa, que tesão é esse de ficar desdenhando de um evento tão importante para tantos brasileiros que, assim como eu, amam futebol?
Abaixo à patrulha!
“Rumo ao Hexa, Brasil!”
“Pra cima deles, Neymar!”
E segue o jogo.