
Créditos da imagem: Daily Mail
A informação sobre alguns feitos do futebol belga é do colega Ubiratan Leal, dos canais ESPN:
1) Bélgica x Alemanha Ocidental nas SEMIFINAIS da Eurocopa de 1972;
2) Liverpool x Brugges na FINAL da Copa dos Campeões (atual Champions League) de 1978;
3) Bélgica eliminando a Inglaterra para chegar às FINAL da Eurocopa de 1980;
4) Bélgica eliminando a União Soviética na caminhada até a SEMIFINAL da Copa de 1986;
5) Mechelen campeão da Recopa europeia de 88 em cima do Ajax.
Hummmm, okay. Se o acima exposto demonstra que a Bélgica não é uma nanica no futebol, vamos combinar que ela tampouco deve estar inserida na galeria das grandes seleções.
Tradicional escola de goleiros – que tem em Preud’homme o seu maior expoente – e berço de alguns ótimos jogadores, os belgas definitivamente precisam de uma conquista contundente.
E é grande a responsabilidade de sua atual geração – liderada por Courtois, De Bruyne, Hazard e Lukaku -, principalmente se considerarmos o nível decepcionante de atuação das referidas estrelas nas derrotas para a Argentina na Copa de 2014 e Gales na Euro 2016 (e agora na “quase derrota” para o Japão, em território russo).
Veja, além do simples fato de enfrentar o Brasil – o que, por si só, já representaria uma dificuldade seja qual fosse o nosso time -, a Bélgica enfrentará a “Seleção de Tite”.
E sabe o que isso significa? Pois bem. Em 26 jogos com o treinador, o Brasil só possui uma derrota (sem Neymar em campo, no amistoso contra a Argentina). Foram 56 gols marcados e 6 sofridos (isto é, a Seleção sofre menos de um gol a cada quatro partidas disputadas).
É muita consistência, a ponto de Alisson, ainda bem (!), quase nunca ser testado.
De maneira que não será fácil para a molecada boa de bola da Bélgica conseguir elevar o patamar da seleção de seu país.
Acho que ficará para uma próxima vez…
E segue o jogo.
Em tempo: resultado pode não ser tudo, mas é muita coisa.