
Créditos da imagem: Sports Illustrated
Como em quase todas as brigas, não há um lado totalmente certo no duelo pelas bolas paradas do PSG protagonizado por Neymar e Cavani
Que Neymar é mimado e adora dar um piti não é novidade. Dorival Júnior que o diga.
E novamente ele errou ao escancarar a sua insatisfação publicamente e assim expor o seu companheiro e o seu treinador no meio de uma partida, pelo simples fato de não concordar com quem bateria uma falta e um pênalti.
Mas convenhamos que nessa história Cavani também está se mostrando “obtuso”, para dizer o mínimo (o que para alguns é visto como “personalidade”, para mim é não ter a noção da realidade e da própria representatividade).
Penso que deveria partir do ótimo centroavante uruguaio a iniciativa de “passar o bastão” das cobranças de penalidades para o verdadeiro astro do time e único jogador do elenco capaz de conseguir mudar o PSG de patamar.
Algo similar ao que o argentino Pastore fez ao “ceder” a camisa 10 para o brasileiro por ocasião de sua contratação.
Veja, não se trata de ser submisso ou “bunda-mole”. Trata-se de reconhecimento.
O craque brasileiro (e mundial) tem sim motivos para chegar no PSG e já querer “sentar na janelinha”.
Ora, estamos falando do jogador mais caro da história do futebol, um gênio da bola.
Mal comparando, seria mais ou menos como se o Tostão fosse contratado por um portal esportivo e nele, de cara, atingisse uma posição de maior visibilidade. Justíssimo, não?!
De maneira que o critério da “antiguidade” deve ser observado até a página dois…
E segue o jogo.