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No Ângulo | Futebol é preciso

Falcão: um “elegante” erro do Internacional

18/07/2016

Créditos da imagem: Ricardo Duarte/Inter

Não seria exagero considerar Paulo Roberto Falcão um dos grandes meio-campistas da história do futebol mundial.

Ídolo de Internacional, (Rei de) Roma e Seleção Brasileira, o ex-volante foi verdadeiramente um craque.

No entanto, passada a “pra lá” de bem-sucedida carreira de atleta, convenhamos, Falcão virou – que me desculpem a franqueza – um mau treinador (e olha que ele teve muitas chances nessa função) e um insosso comentarista de televisão.

Nas duas “atividades”, é sempre a mesma ladainha, fruto de um repertório pobre de ideias do ex-jogador: “Quero um time que toque a bola com qualidade, com jogadores de qualidade e tudo mais que tenha… qualidade“.

Conhecimento técnico, compreensão da revolução tática pela qual o futebol passou nos últimos anos, capacidade de contagiar um elenco?

Não, Falcão – ao que tudo indica -, novamente não conseguirá transmitir isso ao Internacional, clube que pela terceira vez (!) decide apostar no seu ídolo como treinador, persistindo no erro já evidenciado nas passagens anteriores, em 1993 e 2011.

Ah, mas ele é “elegante” e o (perseguido) Argel, seu antecessor, era um “brucutu”.

Hum, então tá…

E segue o jogo.