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Real Madrid reforçado? Antes da Copa, eis a seleção da Copa
Neuer; Carvajal, Sérgio Ramos, Varane e Marcelo; Casemiro, Modric e Kroos; Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar
Provavelmente (com uma alteração ou outra) essa seria a seleção da Copa da maioria dos torcedores/analistas antes de a competição na Rússia começar.
Um Real Madrid de luxo, por assim dizer, reforçado por Neuer, Messi e Neymar.
Afinal, como contestar o time vencedor das últimas três Ligas dos Campeões?
A questão é… Copa é Copa e seleção é diferente de clube.
E, para alguns, a camisa pesa!
Aliás, por que acabamos sendo implacáveis com alguns jogadores e com outros um tanto benevolentes?
Dando um exemplo para tentar ser mais claro: qual a dificuldade em admitirmos que, atuando por suas seleções, o brasileiro Neymar joga mais do que o argentino Messi?
Ter que ser “o cara” de um time nem tão redondo, acostumar-se a novos esquemas e a novos companheiros pode ser um tanto desafiador.
Ora, não é fácil ser a esperança de uma nação e corresponder à altura.
E a verdade é que são poucos os que conseguem lidar bem com essa outra realidade futebolística.
Claro que a condição física dos atletas e os times em que jogam são fatores importantes e que devem ser considerados.
Mas são secundários (e devem valer para todos).
Tem que ter aquele algo a mais para brilhar em uma Copa.
Não sejamos, pois, como diria Nelson Rodrigues, “idiotas da objetividade”.
E nem tiremos “preventivamente” o mérito de quem vier a conseguir se destacar neste que é o maior torneio de futebol que existe, pois brilhar e ser protagonista de uma Copa do Mundo ainda é e para sempre será o ápice na carreira de um jogador.
Cristiano Ronaldo, aliás, começa a experimentar esse gostinho. Que partida do gajo contra a Espanha, à-la Le Bron James (no melhor estilo do “eu contra a rapa”).
E segue o jogo.
OBS: não se prenda à escalação das primeiras linhas, que obviamente aproveitou a grife do todo-poderoso Real Madrid.