Créditos da imagem: Época
A seleção desaparecida – e desesperada
Numa conversa virtual com os colunistas do site, cheguei a comentar que a Argentina corria riscos de levar uma goleada, caso a Espanha atuasse completa. Pensei nisso antes mesmo de a ausência de Messi ser confirmada. O motivo era mais por mérito espanhol. Quem acompanhou o primeiro tempo entre Alemanha e Espanha, com a primeira completa, viu o nível que ambas as seleções podem atingir. Enquanto isso, a Argentina ainda procura suprir as tantas lacunas individuais. Nestas circunstâncias, enfrentar a Espanha em Madri seria um teste corajoso. Jorge Sampaoli conseguiu transformar esta coragem em irresponsabilidade. A eventual goleada virou surra.
Ousado por natureza, o técnico decidiu enfrentar a anfitriã pressionando a saída de bola. Isso requer três pontos interdependentes: 1 – equipe compacta; 2 – um volante com noção de posicionamento para se antecipar ao adversário quando a primeira linha de marcação for superada; 3 – um zagueiro rápido e acostumado a esta forma de jogar. Este último Sampaoli até tem. Otamendi é titular do Manchester City de Guardiola, entusiasta da marcação adiantada. Supôs-se que Mascherano, que tanto jogou no Barcelona, saberia como ser o volante adequado. Já a compactação ficaria a cargo do treino único para a partida. Aí já começava a ser otimismo demais. Como se não bastasse, havia o desentrosamento. Desde que assumiu a seleção, Sampaoli fez várias convocações e escalações inéditas. Isso já havia colocado em risco a vaga na Copa. Ontem, deixou em xeque a honra na Copa.
No começo, a estratégia deixou a Espanha desconfortável. Com o atacante aberto Asensio no lugar do meia David Silva, além do desfalque de Busquets (o armador brasileiro Thiago foi volante), os espanhóis tiveram dificuldades no toque de bola. Higuaín quase abriu o placar. Mas a execução do plano tinha furos coletivos e individuais. Em dois deles, dois gols espanhóis. O gol de Otamendi chegou a fazer crer que a Argentina poderia empatar. Mas bastaram poucos minutos do segundo tempo para perceber que, com os ajustes feitos no intervalo, a esperança se transformou em agonia. Com simples mudanças de posicionamento, o meio-campo espanhol enfim desfilou (e Iniesta nem estava inspirado). Ficou mais fácil com o óbvio esgotamento de Mascherano. Os argentinos, ao verem que o planejamento do comandante implodia, ficaram catatônicos em campo. O quinto gol, num lançamento em tiro de meta, foi tão ilustrativo quanto o quarto tento alemão na tragédia brasileira de 2014. Penico, penico!
Pode-se supor que as coisas teriam sido diferentes se Messi, Di Maria e Aguero atuassem. Ofensivamente, penso que os argentinos devem ter esperanças neste trio. Porém, o retrospecto mostra um histórico mais que preocupante de Aguero e – principalmente – Di Maria com lesões. Ontem não apenas os dois, mas o próprio Messi ficaram de fora por razões físicas. Numa equipe em que normalmente fica sobrecarregado (tem que armar, dar o último passe e finalizar), o camisa 10 será exigido ao máximo na Rússia. Isso vindo de uma temporada em que, ainda que seja surpreendido pela Roma, o Barcelona quase sempre terá atuado quarta e domingo. Mesmo com alimentação e preparo especial (desde 2015), é coisa demais para fazer aos 31 anos. É o tipo de situação em que técnico e esquema deveriam favorecê-lo. Não há como. Só resta explorá-lo.
Qual a saída? Tirar o técnico? Talvez sim. É preciso frieza, mas sem fugir de fatos. A seleção argentina já despencara com Bauza, mas conseguiu ser ainda pior com Sampaoli. Esteve totalmente perdido nas eliminatórias, chegando a fazer média com a imprensa local ao convocar mediocridades domésticas. E continua indo atrás de mais gente. Alguns até muito promissores, mas em cima da hora e sem rodagem. Seriam ótimos complementos de um grupo de Copa, só que estão sendo chamados como possíveis soluções. Desespero, mesmo. A Argentina chegará à Rússia como o sul-americano mais atrasado em sua preparação. Confirma, assim, que a tabela das eliminatórias não foi acidental. Acidente, se houve, foi estar na lista de classificados. Não graças a Jorge Sampaoli. Por isso não seria surpresa se ligassem para Alejandro Sabella. Pra bater um papo, falar da vida, implorar pra que volte, etc…
Fosse eu o responsável por definir um rumo aos vizinhos, só teria um caminho a traçar. Seria uma equipe defensiva, esperando em seu campo e rezando para o gol sair nas jogadas que Messi conseguir criar. É muito pouco. Provavelmente, longe de ser o bastante. Mas, a esta altura, não dar vexame se tornou o objetivo principal. Título? Só se o Papa cancelar todos os compromissos em junho e julho. E haja paciência divina…






Várias questões devem ser atribuídas. A principal: é amistoso.
Em seguida – Não há uma filosofia de trabalho. O time, há tempos, muda de comando técnico e inevitavelmente de conceitos.
O que precisamos entender antes de tudo:
Enquanto a Alemanha de Löw recolhia o que tinha de melhor da era Klinsmann e iniciava o seu próprio método de trabalhos em 06… Alfio Basile não dava continuidade genuína ao futebol que Pékerman insistira (o mesmo assumira o lugar de Bielsa, e dava prosseguimento ao estilo de jogo criativo). Pediu o boné e veio o populismo imediato e barato de Maradona que ganhou a cena. Vide o 6×1 para a Bolívia não serviu de lição. Pífio, se comportou como um torcedor no banco de reservas e faltou tudo que um bom técnico ali, poderia oferecer. Sergio Batista foi o típico interino, surpreendeu até ser um treinador oficial, depois perdeu a mão.
Por fim, o trio: Alejandro Sabella, Gerardo Martino e Bauza, que não possuem compatibilidade em nada, tampouco em estilo de jogo. Os dois últimos então…
Recorrer a Sabella hoje é um erro embasado numa quase glória. Ao estilo italiano de lidar com o efeito Marcelo Lippi (06-10), ou Brasil com a família Scolari (02-14), e o time arrastado do Del Bosque (10-14). A quase glória de Sabella foi ser vice, enquanto os outros três ganharam as últimas três competições.
Ninguém se recorda de Domenech (06-10)? Deve-se aprender com o efeito alemão, Völler (2000-2004), que não era técnico de seleção, e nem de clube. Mesmo querido por todos, mostrou-se na Euro, em Portugal, que não era capaz de enraizar nada na cultura do futebol.
Tudo mudou. O antigo é inspirador, mas não recorre-se ao passado no insucesso.
Falei, falei… Mas tudo em nome da criatividade. Sampaoli arrisca. Altera, provoca. Já provou que pode contribuir para o futebol. É um discípulo de Bielsa quanto a evolução tática, só que na melhor forma. Universidad de Chile, a seleção chilena são provas vivas de que boas coisas virão para a albiceleste. São 10 jogos, 5 vitórias, 3 empates e 2 derrotas. Todos os jogos são sem dúvidas irrelevantes, até as vitórias!
Essa goleada pode não resultar em nada no ponto de vista de evolução, mas desconstrói os erros. Quebra a comodidade de jogar um futebol pragmático. O duro é que atinge o ego hermano. Mas é efêmero…
Um ex:
O (quase) mesmo City de Guardiola, que um dia foi atropelado pelo Mônaco e goleado pelo Everton já com o treinador catalão (junto com suas ideias arrojadas), é líder disparado da Premier League, e é um candidato forte para a Champions, fora que o futebol mostrado até aqui, é o mais icônico no cenário europeu.
Só que, ao contrário de Guardiola, Sampaoli não tem uma temporada inteira antes da Copa e sabia disso muito bem.
A meta era a classificação, não? O que vier daqui pra frente, a paciência será aliada de um bom trabalho. Seria interessante a manutenção do Sampaoli pós a competição. Sem se preocupar com a opinião pública!
O esquisito (no sentido português da palavra kkk) é que parece que a Argentina tá apequenando mesmo!!!!! Parecem meio traumatizados, sei lá!!!!! Mas com o Messi dá pra esperar de tudo!!!!!!!!
Eu adorei…….
Se a Argentina tivesse um Tite como técnico a mais de um ano, ninguém vencia a Argentina e todo mundo sabe disso
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