
Créditos da imagem: Revista Época
A Seleção Brasileira, com gols de Jonas e Gabigol, acaba de derrotar o Panamá por 2×0, em mais um daqueles joguinhos chatinhos que só.
O atual escrete canarinho é tão apagado que durante a transmissão fiquei “escalando” algumas seleções na minha cabeça e cheguei à infeliz conclusão de que especificamente esta da Copa América 2016 de Dunga (com todos os seus desfalques, inclusive o do seu craque maior – Neymar -, e já considerando Filipe Luís, integrado ao grupo após a final da Liga dos Campeões, na lateral esquerda) talvez seja apenas “mais do mesmo”. Senão vejamos:
(PROVÁVEL) SELEÇÃO BRASILEIRA NA COPA AMÉRICA
Alisson
Daniel Alves
Gil
Miranda
Filipe Luís
Luiz Gustavo (Casemiro)
Elias
Willian
Renato Augusto
Phillipe Coutinho
Jonas
SELEÇÃO DE JOGADORES “ESQUECIDOS” POR DUNGA
Fernando Prass
Danilo
Geromel
Thiago Silva
Marcelo
Rafael Carioca
Hernanes
Ganso
Lucas Moura
Nenê
Firmino
Obs: chega de David Luiz, hein?!
E a coisa está tão nivelada (por baixo) que até uma “Seleção do Brasileirão 2016”, montada com os primeiros nomes que vieram à minha cabeça, poderia, talvez numa tarde inspirada, “fazer frente” ao atual time de Dunga:
SELEÇÃO DO BRASILEIRÃO 2016
Fernando Prass
Fagner
Geromel
Maicon
Zeca
Rafael Carioca
Giuliano
Ganso
Luan
Eduardo Sasha
Grafite
Obs: sem falar naqueles convocados por Dunga (como Elias, Lucas Lima, Gabigol etc) e Nenê, atualmente na Série B com o Vasco
Disso tudo, discordâncias quanto aos nomes lembrados à parte, concluo que embora as três seleções acima escaladas sejam relativamente boas, definitivamente já há algum tempo não temos um “super time”(o lado bom é que nenhum país o tem atualmente).
De maneira que a contratação de um técnico com qualidade comprovada e que conte com a aceitação majoritária do povo e da crítica especializada (algo que considero importante em se tratando de Seleção BRASILEIRA) deveria ser, no aspecto estritamente esportivo, a nossa prioridade.
Precisamos o quanto antes de alguém que entenda de futebol e que seja capaz de formar um time que saiba atuar coletivamente.
E mesmo que a Seleção eventualmente conquiste a Copa América e/ou as Olimpíadas (nesta, aliás, pinta como o maior favorito), hoje estou convicto de que Dunga não reúne os atributos para ser o condutor da necessária revolução do nosso futebol dentro das quatro linhas.
Minha sugestão? Tite.
E segue o jogo.