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Em apenas três jogos, o campo já se encarregou de demonstrar a Jair Ventura quem é quem
Vecchio? Jean Mota? Copete? Rodrigão?
Com todo respeito à carreira de cada um, mas em um artigo de análise e opinião não dá para deixar de destacar que o ano virou e nada mudou na carreira desses jogadores. São eles, no máximo, medianos.
De maneira que, sem Lucas Lima e Ricardo Oliveira, é chegada a hora da reconstrução no time do Santos.
E a reconstrução atende por Arthur Gomes, Rodrygo, Calabrês e outros meninos da base, mas, também, por Sasha (o “Patinho Feio” vindo do Internacional que tem tudo para se tornar um xodó da torcida, pois é bom de bola, além de muito voluntarioso e inteligente taticamente) e alguns outros reforços, já que nem sempre a molecada dará conta de tudo.
Já escrevi aqui e repito: a merecida “pecha” de revelador de talentos que o Santos possui faz com que muitas vezes os seus dirigentes e torcida depositem demasiada confiança em jogadores medianos e incapazes de corresponder às expectativas de um clube grande.
De modo que, em razão desse comportamento obsessivo e egocêntrico, o clube acaba por desperdiçar algumas boas oportunidades de mercado.
É sempre recomendável lembrar que a mesma base que revelou estrelas da estirpe de Pelé e Neymar, “revelou”, também, João Fumaça e Adiel.
Ou seja, a grife da base santista não é garantia de sucesso.
Por isso, “mudar é preciso”, mas “muita calma nessa hora”!
E segue o jogo.