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No Ângulo | Futebol é preciso

Pequeno detalhe?

16/10/2017

Créditos da imagem: globo.com

Ao preterir o Santos pelo pomposo Palmeiras, Keno freou a evolução da própria carreira

Um dos destaques do último Brasileirão atuando pelo Santa Cruz, Keno esteve muito próximo de fechar com o Santos no início do ano (a pedido do então técnico do clube Dorival Júnior).

Típico atacante de lado – agudo e driblador -, o jogador era a peça que Dorival desejava para amenizar as perdas de Geuvânio e Gabigol, negociados pelo clube da Baixada e que eram fundamentais para o estilo de jogo da equipe.

Com um time pronto e encaixado, é razoável supor que Keno seria titular de um quarteto ofensivo de respeito formado por Lucas Lima, Vitor Bueno, ele (Keno) e Ricardo Oliveira.

Promissor, não?

Só que no meio do caminho havia uma pedra… de esmeralda!

O “novo rico” Palmeiras entrou na parada e o final a gente já sabe.

Sem querer entrar na questão financeira e todo aquele blá blá blá sobre liberdade de escolha do próprio destino, penso que ao menos esportivamente falando dá para afirmar que Keno (ou a pessoa que administra a sua carreira) errou ao escolher um clube em reformulação e com excesso de atacantes (Dudu, Michel Bastos, Erik, Róger Guedes, Willian e outros) em detrimento de outro que lhe prometia uma posição de protagonismo muito mais factível.

Veja, tivesse ido para o Santos, Keno poderia ser hoje o “Bruno Henrique da vez” e, quem sabe, estaria ele (Keno) também no radar de Tite para a Seleção Brasileira.

Bruno Henrique, vale frisar, que tão somente foi contratado pelo Peixe após a negociação com Keno melar.

De qualquer forma, como no futebol quase tudo se transforma, é claro que Keno pode passar a ser titular, ocupar um lugar de destaque e virar “um dos caras” do Palmeiras. E assim contrariar o teor destas mal traçadas linhas.

Na última rodada do Brasileirão, ele “deitou” e deu um primeiro passo para que isso aconteça.

A conferir as cenas dos próximos capítulos.

E segue o jogo.